sábado, 21 de março de 2020

Minha maior lição "so far"

Meu pai costumava contar uma estória hassídica que ouvi, em alguma ocasião, sendo contada pelo Rabino Henri Sobel.
Fiquei muito emocionada quando ouvi.
Vou tentar contar para vocês do que eu me lembro.
Talvez, alguém conheça uma versão melhor então, por favor...
“Sujeito morreu e quando chegou lá do outro lado, o levaram primeiro para fazer um “tour”. Talvez até para que ele pudesse escolher. Primeiro o levaram para o suposto Céu onde todos estavam ao redor de uma imensa mesa farta de tudo que se pode imaginar. Talheres de ouro. Taças de cristal. Bebidas incríveis. As mais saborosas iguarias. Havia de tudo. De todos os países. E todos se rejubilavam. Cantavam, dançavam.
Em seguida, o sujeito foi levado por um elevador, lógico, para o suposto Inferno. Onde havia também uma enorme, imensa mesa. Igualmente farta. Com as mesmas iguarias. Do mundo inteiro. Os mesmos talheres de ouro. As mesmas taças de cristal. E ninguém comia nada. Ninguém bebia nada.
Lógico que o sujeito perguntou ao guia o porque de ninguém se alimentar, beber, cantar e dançar como no Céu. E o guia explicou: Presta atenção nos cotovelos das pessoas. Estão soldados ao contrário. Foi aí que o sujeito notou que era verdade. Os cotovelos estavam ao contrário. Então, a única maneira das pessoas comerem, era uma alimentando a outra. O que acontecia no Céu.
Até agora, compartilho com vocês, das lições que tenho aprendido nesses últimos dias de confinamento, a maior.
Que todos sejamos abençoados com a vida.
Fiquem bem.
“Tamu junto”
Namasté