terça-feira, 8 de novembro de 2011

New perspectives in Happiness?



Mobility is one of the newest concepts in and of health.

Possibility is another new concept in and of happiness.

Both are quite compatible and, somehow, belong to the same universe of indubitable richness .

Notice that Health and Happiness were consider, so far, synonyms.

Does it make sense until now to you?

If you agree somehow or even tolerate the reflexions we are surfing, stay with us…

Well, if you continue reading…

If mobility is a concept that goes along with happiness than one little bit of a tiny very tiny step is a step towards happiness?

Then, from this perspectives, new approaches that permit this moving, even with very tiny steps, are new possibilities in life?

“Somatic Experiencing” is one of these approaches.
You can get more information at the Trauma Healing Institute site or,
if you are in Brazil at www.traumatemcura.com.br


Bettina Korall is a SE practitioner and works in São Paulo - Brazil can be reached by email: bettinakorall@uol.com.br


domingo, 6 de novembro de 2011

Visão Verdadeira por Yehuda Berg


06 A 12 DE NOVEMBRO

72 Nomes da Semana

Kaf Iud Mem



42. Revelando O Oculto

Obtenho a capacidade de provocar os poderes da observação para enxergar a verdade… e a coragem de lidar com ela!


Esta semana temos a capacidade de enxergar a verdade sobre coisas que antes não conseguíamos enxergar.

Parece bom, mas é um tanto assustador, não acha? Enxergar a verdade nem sempre é uma experiência agradável, especialmente se for algo que você não queira enfrentar ou que demande mudança. Geralmente, tentamos “enxergar” pedindo conselhos às pessoas. Quando se trata de uma questão pessoal, precisamos da confirmação de amigos. Quando é uma decisão de negócios, buscamos validação junto a profissionais. Queremos sempre uma opinião.

No entanto, é interessante notar que na maioria das vezes não procuramos conselhos naquelas áreas em que pensamos ser fortes ou conhecer bem. Mas nas outras áreas, prontamente aceitamos conselhos.

Também há vezes em que temos ideias ou teorias sobre alguma coisa, e para provar nosso ponto, buscamos as pessoas que concordam conosco. No entanto, isso não é buscar conselho de verdade, certo? É mais como uma validação intencional.

Existe um ditado em aramaico no Zohar que diz: “Se uma pessoa tem uma preocupação em seu coração, deve falar sobre ela”. Diz que se mantivermos aquela preocupação dentro de nós, só a enxergaremos do ponto de vista da nossa correção; mas se a externarmos, então poderemos aprender.

Quando temos alguma questão em nossa mente ou quando estamos preocupados, é porque nosso receptor (nossa capacidade) se encontra limitado. O que quer que esteja dentro de nós, só conseguimos pensar sobre aquilo dentro da nossa perspectiva limitada. Só conseguimos ver as coisas de uma única forma. Não enxergamos o que tem que ser visto e que fica perdido.

Se uma minhoca está dentro de uma maçã, sua visão do mundo é de que ele é algo branco e úmido. Mas se ela consegue sair, o que vê? Existe todo um mundo lá fora com uma paisagem diferente. É assim que vivemos. Só enxergamos o que pensamos que somos – não o que realmente somos. Precisamos de outros pontos de vista para enxergar a verdade.

Desta forma, é importante falar sobre as nossas dúvidas ou sobre as coisas que passam pela nossa mente, mesmo quando não é fácil.

Se existe um problema difícil, é porque existe uma klipá (camada de negatividade) a ser quebrada. Existe energia negativa que deve ser exposta. Se não permitirmos que se exponha, então não conseguiremos enxergar o problema, e nem os outros conseguirão.

Agora, só resta uma pergunta: De quemobter conselhos? Temos que encontrar pessoas que tenham valores similares aos nossos, o que significa que temos que nos assegurar de que estejam se transformando espiritualmente, que sejam seres que compartilham. Além disso, devemos buscar conselho de pessoas que tiveram sucesso nas áreas em que queremos mudar.

O Zohar nos ensina que existe um paradoxo quando pedimos conselho: às vezes, podemos escutar o que pensamos ser o melhor conselho, mas ele pode acabar se tornando o maior Satan em nossa vida. Se antes não tivermos a confirmação de que a pessoa a quem estamos consultando está envolvida em compartilhar e comprometida com o trabalho espiritual, então não devemos escutar seu conselho – e mais ainda, nem mesmo PEDI-LO!

Escutar as pessoas erradas é a razão por que caímos no nosso destino ao invés de nos elevar acima dele.

Em outra observação, o Zohar diz que esta semana temos a capacidade de nos vacinar em todos aqueles aspectos onde não temos a Luz presente. Podemos fazer qualquer coisa! Não existem limites para o que podemos alcançar. Se existem áreas problemáticas em sua vida, das quais você não consegue se livrar, você poderá obter a visão interna e a força para corrigi-las.

Às vezes, nosso pensamento racional é limitado, mas nosso receptor não é! Coisas ilógicas, que parecem maiores do que nós, aparecerão para nos mostrar como nosso receptor é grande e como podemos lidar com aquilo. Busque o inesperado de fontes desconhecidas; não caia na limitação dos cinco sentidos. Se você achar que já compreendeu tudo, com certeza não sabe nada.

Esta semana, mergulhe no momento mais assustador e saiba que você será capaz de lidar com ele. Peça ajuda, mas faça perguntas verdadeiras, aquelas que são desconfortáveis de fazer e mais difíceis ainda de ouvir as respostas. É aí que se esconde o verdadeiro potencial para o crescimento.

Tudo de bom,

Yehuda Berg

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A Hormone Ensures its Future


Publications and Media Relations Department, Rehovot, Israel 76100 Tel: 972-8-934-3852 / 56 Fax: 972-8-934-4132

http://wis-wander.weizmann.ac.il news@weizmann.ac.il November 2011

Much of the body’s chemistry is

controlled by the brain – from

blood pressure to appetite to food

metabolism. In a study published

recently in Developmental Cell, a team

of scientists led by Dr. Gil Levkowitz

of the Weizmann Institute has revealed

the exact structure of one crucial brain

area in which biochemical commands

are passed from the brain cells to the

bloodstream and from there to the

body. In the process, they discovered a

surprising new role for the “hormone

of love,” showing that it helps to direct

the development of this brain structure.

The area in question, the neurohypophysis,

is an interface between

nerve fibers and blood vessels located

at the base of the brain. Here, some

of the major brain-body interactions

take place: Hormones released from

nerves into the blood vessels regulate

a series of vital body processes,

including the balance of fluids and

uterine contractions in childbirth.

Although the neurohypophysis

has been studied for more than a

century, the scientists in the Weizmann

Institute-led study developed new

genetic tools that enabled them to

examine the exact three-dimensional

arrangement of this brain structure

and clarify the cellular and molecular

processes leading to its formation.

Since the human neurohypophysis is

exceedingly complex, the scientists

performed the research on live

embryos of zebrafish. These fully

transparent embryos offer a unique

model for studying the vertebrate

brain, lending themselves to genetic

manipulation with relative ease and

enabling researchers to observe the

actual formation of a neurohypophysis

under a microscope.

The study revealed a surprising

new function for the hormonal

messenger oxytocin, dubbed the

“hormone of love” because, in addition

to controlling appetite and such female

reproductive behaviors as breastfeeding,

it is also involved in mother-child

and mate bonding. The scientists

showed that oxytocin, one of the two

major hormones secreted in the adult

neurohypophysis, is involved in the

development of this brain area already

in the embryo. At this stage, the

oxytocin governs the formation of new

blood vessels. “The messenger helps

to build the road for transmitting its

own future messages,” says Levkowitz.

Developmental Cell highlighted the

study’s findings in a preview headlined,

“The Hormone of Love Attracts

a Partner for Life.”

These findings provide an

important advance in basic research

because they shed light on fundamental

brain processes, but in the future they

might also be relevant to the treatment

of disease. Since the neurohypophysis

is one of only a few portions of the

brain able to regenerate after injury, an

understanding of how it is formed may

one day help achieve such regeneration

in other parts of the central nervous

system.

The research was conducted in

Levkowitz’s lab in the Molecular Cell

Biology Department by Ph.D. student

Amos Gutnick together with Dr. Janna

Blechman. The Weizmann scientists

worked in collaboration with Dr. Jan

Kaslin of Monash University, Australia;

Drs. Lukas Herwig, Heinz-Georg

Belting and Markus Affolter of the

University of Basel, Switzerland; and

Dr. Joshua L. Bonkowsky of the

University of Utah, United States.

Dr. Gil Levkowitz’s research is

supported by the Dekker Foundation;

the Kirk Center for Childhood Cancer

and Immunological Disorders; and

the Irwin Green Alzheimer’s Research

Fund. Dr. Levkowitz is the incumbent

of the Tauro Career Development

Chair in Biomedic

terça-feira, 1 de novembro de 2011

“Será que causei algum impacto hoje?” por Yehuda Berg



O Zohar ensina que você tem que estar em posição de agir e de compartilhar o tempo todo. É importante perguntar a si mesmo: “Estou causando algum impacto no mundo com tudo o que faço? Estou fazendo a diferença?” As únicas coisas que nos impedem de ter esses pensamentos são: 1) achar que temos “o direito de” e 2) apegos. Achar que temos “o direito” é o que nos faz pensar que estamos muito cansados para compartilhar; e os apegos nos dizem que outros podem fazer aquilo – nós não somos os únicos a ter que carregar o mundo.

O que é se achar “no direito de”? É uma consciência de “Eu mereço”. É um sentimento de que temos direito a recompensas, privilégios especiais ou reconhecimento, com base no mérito pessoal, na realização, ou simplesmente por sermos quem somos. É ter um sentimento de superioridade, como, por exemplo, ao dizer “Tenho tanta experiência, você deveria me escutar”.

Achar-se “no direito de” é toda situação em que bloqueamos as possibilidades de algo acontecer, porque achamos que sabemos ou enxergamos as coisas da forma correta.

Alguns podem confundir isso com auto-estima. Ter confiança em si próprio é ótimo, saber que você é bom em alguma coisa também é importante. No entanto, a distância entre a confiança saudável e achar-se no direito a algo é bem curta, e ainda assim faz toda a diferença entre crescer espiritualmente e permanecer estacionado no mesmo lugar durante anos a fio.

O que são apegos? Seus dias estão repletos deles! São as coisas que você não escolhe fazer, mas faz por hábito, desde a pasta e a escova de dentes que você usa até acordar em um determinado horário de manhã ou comer as mesmas comidas. Apego é sentar-se no mesmo lugar na sala de aula todos os dias, sair com as mesmas pessoas, ir aos mesmos restaurantes... você já entendeu o que eu quero dizer. São aquelas coisas que fazemos para criar caminhos “seguros” na nossa vida.

Essa semana tem a energia da emoção da primeira vez. Ela nos dá a capacidade de nos desapegar e deixar de lado todas as situações em que nos achamos no direito a algo e também de todos os apegos.

Como nos livrar desse sentimento de achar que se tem “o direito de”? Abra mão do que você acha que sabe ou merece.

Como nos livramos dos apegos? Abra mão de algo que você faz o tempo todo. Escolha um apego e mude-o. Faça algo que você jamais faria, pare de se comportar da mesma forma – saia de você mesmo. Por quê? Para que você receba mais do que tem em sua vida neste momento.

Abra mão desta ideia de que existem coisas que você nunca faz – tal como “nunca vou ao teatro, nunca falo em público...”. Perceba que você pode fazer mais. Se você fizer essas coisas, elas o tornarão uma pessoa melhor? SIM. Porque aquilo será uma restrição (ou seja, não será algo natural para você).

Até mesmo um caminho espiritual pode se tornar um apego caso vire um hábito. Você tem que escolhê-lo repetidamente para que não se transforme em apego; do contrário, será religião e não espiritualidade. Se você perder sua consciência, deixa de ser espiritual.

Se você não está vivendo a vida que deseja viver, é porque os “direitos” e apegos estão impedindo que você mude – que deixe sua zona de conforto.

Meu pai e mestre, o Kabbalista Rav Berg, gosta de dizer: “Os navios ficam mais seguros quando permanecem no porto, mas não é para isso que são construídos”. Encontramos motivos (negação, medos) para não compartilharmos e para não sairmos de nós mesmos. No entanto, precisamos saber o que o Zohar diz: Se perdermos nossos “direitos” e apegos, podemos obter controle e conseguir coisas que achávamos que não poderíamos ter.

É hora de sair do processo de “cozinhar seus miolos”; de ficar refletindo sobre as coisas o tempo todo. Saia da sua cabeça! Você encontrará todos os motivos para não fazer algo, se ficar refletindo muito sobre aquilo.

Seja simples. Faça. Aja. Mova-se.

E tenha uma semana maravilhosa.

Tudo de bom,

Yehuda Berg