quinta-feira, 24 de outubro de 2019

O dinheiro é mais importante que a pessoa?

Estamos vivendo um fenômeno muito estranho e perverso.
Por um imenso sucesso biológico, nós, humanos, crescemos e nos multiplicamos. 
Era impossível imaginar a não ser para um sujeito chamado Malthus, que povoaríamos o planeta de tal forma que acabaríamos sucumbindo à nossa própria evolução.
Perversidade uns com os outros porque nos tornamos nas palavras de Martim Buber, “issos”. Nossa “civilização” está tão dissociada que poderia-se dizer que vivemos a “era dos paradoxos”. 
A “era da serotonina” e não “a era da oxitocina”.
E o desespero geral é tão grande que se quer crer que o “inimigo”, ou seja quem ou o que está entre a minha felicidade plena e eu, é alguma ideologia, alguma crença.
Se você quer ver o “inimigo” , sem demagogia, olhe-se no espelho. Não você exclusivamente, você, eu, humanos, todos.
Nas palavras de Michael Jackson “the man in the mirror”.

Bettina Sandel Korall

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